07/04/2015

JARDIM ALEGRE - "Sem terras deixam a prefeitura"

FIM DO MANIFESTO Trabalhadores ligados ao MST que ocupavam o pátio da prefeitura de Jardim Alegre, deixaram o local após reunião com a prefeita e secretários
          Conforme divulgamos no dia 06 de abril, de 2015, um grupo de trabalhadores ligados ao MST - Movimento Sem Terra, oriundos do "Assentamento 8 de Abril", de Jardim Alegre, decidiu fazer um manifestação na prefeitura de Jardim Alegre. Eles acamparam no local por volta das 10 horas da manhã de segunda-feira, 06, com uma pauta de reivindicações. Entre os pedidos estavam a construção urgentes de estradas e pontes. Na terça-feira, 07 de abril, um dia após, a Prefeita Neuza Pessuti e Secretários organizaram uma reunião na Câmara Municipal, onde os trabalhadores puderam expor suas necessidades e também receber explicações sobre os projetos. Segundo a ex-assessora de comunicação e atual Secretária de Indústria e Comércio, Daiane Frison, o principal questionamento foi sobre as pontes que aguardam a licitação para escolha da empresa, mas o processo licitatório já estava agendado para o dia 15 de abril. Também fizeram uma cobrança em relação ao conserto das estradas que fazem parte da rota do transporte escolar dos alunos do assentamento, mas receberam da Prefeita, a garantia que existe um cronograma, e assim que terminar a readequação na localidade do "Sarandi", começaram os trabalhos dos maquinários no Assentamento. A prefeita concordou que houve um atraso, mas não por falha da prefeitura e sim por causa das chuvas.


FIM DO MANIFESTO


Após as explanações do poder executivo, os assentados decidiram encerrar o protesto. "Estamos vivendo um momento de crise em todo Brasil. Na região todas as prefeituras estão passando por situação difícil, e não sou eu que estou dizendo isto, basta que o cidadão confira os repasses atuais e comparem com o que recebíamos no passado", disse a prefeita Neuza Pessuti. "Na última reunião da AMUVI- Associação de Prefeitos da Região, foi elaborada uma pauta de cobranças  que levaremos ao Governo Federal e que será tema de uma marcha que vamos fazer. Então a crise é comprovada e visível, mas mesmo assim estamos mantendo nossas atividades, realizando os serviços essências, e ainda construindo obras", salientou Neuza. Outro problema, segundo ela, é o atraso dos Governos: Federal e Estadual, no pagamento de algumas obras, e muitas vezes o cidadão não compreende e acha que a prefeitura é que tem responsabilidade por estes convênios.

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