14/08/2016

ASSALTO - Candidato a prefeito é feito refém em Cruzmaltina

O comerciante Natal Casavechia e mais quatro pessoas da família foram feitos reféns durante um roubo na noite deste domingo 
Um assalto discreto, mas ousado foi praticado em Cruzmaltina na noite deste domingo, dia 14 de Agosto, de 2016. Já era por volta das 21 horas quando seis elementos chegaram na casa do comerciante Natal Casavechia, que é candidato a prefeito nestas eleições de 2016. Segundo seu primo, o Clóvis Casavechia, que é chefe da Guarda Municipal, que falou ao repórter Berimbau, os bandidos pegaram a vítima entrando em casa, em seguida fizeram toda família refém, num total de cinco pessoas. Durante duas horas e meia, eles viveram momentos de terror na mira armas (revólver e pistola), inclusive Natal foi obrigado a abrir uma porta que dá acesso ao Mercado Central, comércio da família, que fica anexo a residência (do lado). Do estabelecimento foram levados: o dinheiro que havia no caixa, algumas mercadorias  e ainda fizeram ameaças para que um cofre fosse aberto, algo que não ocorreu porque o referido cofre está com defeito e segundo familiares, não é mais utilizado. "Eram aproximadamente seis bandidos; dois entraram no endereço, dois ficaram na porta, do lado de fora, e mais dois dentro do carro que não foi visualizado modelo e ficou estacionado na frente do portão. Na rua estavam alguma pessoas e o movimento normal da cidade, mas ninguém percebeu nada", disse Clóvis Casavechia ao Blog do Berimbau e Rádio Nova Era.  O Agente da Polícia Civil de Faxinal- Nisnick de Melo, estava trafegando na Rodovia PR -272, e percebeu um gol vermelho, ele chegou a observar que a placa era de Apucarana, devido a velocidade acima do normal que era desenvolvida pelo motorista. Os meliantes teriam pego uma estrada rural que pode dar acesso a região do Município de Rio Bom passando pelos fundos de Borrazópolis. Da casa foram levados: dinheiro, joias e vários objetos de valor que ainda serão devidamente apurados. A Guarda Municipal e a Polícia Civil, acionaram o 190 para que a Polícia Militar pudesse colaborar com o cerco na região. Com a dificuldade de efetivo, no momento da ação, a princípio não havia militares em Cruzmaltina. 

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