PGR defende legalidade da busca e apreensão na casa de Paulo Bernardo
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, rebateu ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer do Senado que pede a nulidade de busca e apreensão e, consequentemente, de todas as provas obtidas na residência do ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo Silva, alvo da Operação Custo Brasil no mês passado. No parecer, Janot argumenta que, apesar de a busca ter sido realizada no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), mulher de Paulo Bernardo, a decisão judicial autorizou os atos de investigação somente contra bens, objetos e documentos pessoais do ex-ministro. Por estar no exercício do mandato de senadora, Gleisi tem foro privilegiado. Janot defende que o apartamento não pode servir como um verdadeiro "bunker", imune a ações de busca. (Por g1)






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