“Um dado estarrecedor. Nós perdemos um ano de FPM nos últimos cinco anos. Isso porque a União faz favor com chapéu alheio. Ela deveria renunciar da sua parte, ela deveria respeitar a federação. E eu chamo a atenção do Congresso Nacional que autorizou o executivo a agir dessa forma”, lamentou. Ziulkoski completou: “nos tiraram, nos roubaram para fazer ajuste fiscal e cadê o ajuste social? Não estamos pedindo favor, esses recursos vão para a Saúde e para a Educação do povo brasileiro”. O presidente da CNM também falou sobre o a aprovação do piso salarial dos agentes comunitários de saúde e endemias. O líder reconheceu como positiva a iniciativa da Câmara dos Deputados de ter acrescentado ao texto a responsabilidade da União com o pagamento do benefício. Mas voltou a criticar o financiamento dos programas federais executados pelas prefeituras, e lamentou o fato de diversos politicas criados por meio de resoluções e decretos que nunca tiveram reajuste do valor repassado. “Se não tiver do governo federal uma mudança, nas próximas Marchas viremos entregar esses programas,” falou Ziulkoski. O auditório lotado aplaudiu o presidente, e ele concluiu: “nos vamos fazer a moralidade do pacto federativo. Essa renuncia fiscal e os subfinanciamento dos programas, se não atender a reivindicação, o caminho vai ser vir a Brasília devolver”.
13/05/2014
MARCHA DOS PREFEITOS: "Entrevista com Moisés de Andrade"
“Um dado estarrecedor. Nós perdemos um ano de FPM nos últimos cinco anos. Isso porque a União faz favor com chapéu alheio. Ela deveria renunciar da sua parte, ela deveria respeitar a federação. E eu chamo a atenção do Congresso Nacional que autorizou o executivo a agir dessa forma”, lamentou. Ziulkoski completou: “nos tiraram, nos roubaram para fazer ajuste fiscal e cadê o ajuste social? Não estamos pedindo favor, esses recursos vão para a Saúde e para a Educação do povo brasileiro”. O presidente da CNM também falou sobre o a aprovação do piso salarial dos agentes comunitários de saúde e endemias. O líder reconheceu como positiva a iniciativa da Câmara dos Deputados de ter acrescentado ao texto a responsabilidade da União com o pagamento do benefício. Mas voltou a criticar o financiamento dos programas federais executados pelas prefeituras, e lamentou o fato de diversos politicas criados por meio de resoluções e decretos que nunca tiveram reajuste do valor repassado. “Se não tiver do governo federal uma mudança, nas próximas Marchas viremos entregar esses programas,” falou Ziulkoski. O auditório lotado aplaudiu o presidente, e ele concluiu: “nos vamos fazer a moralidade do pacto federativo. Essa renuncia fiscal e os subfinanciamento dos programas, se não atender a reivindicação, o caminho vai ser vir a Brasília devolver”.
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