O Poder Judiciário de Apucarana confirmou nesta segunda-feira (14) que Vinicius Ramos, de 21 anos, e Rafael José Fernandes dos Santos, 20, foram condenados pelo latrocínio (roubo seguido de morte) que vitimou o fotógrafo Aristeu Leandro da Silva Ananias. Conforme o juiz João Gustavo Rodrigues Stolsis, Vinícius recebeu pena de 24 anos e seis meses de prisão e Rafael de 21 anos e oito meses de reclusão. Aristeu foi assassinado a tiros durante assalto no Bairro 28 de Janeiro, em 26 de agosto de 2009. Já Fábio Castro de Oliveira, 19, que também estava arrolado como réu no caso, recebeu pena de três anos de detenção por porte de arma ilegal de arma de fogo. Juliano Batista Leal, que foi defendido pela advogada Elaine Caliman, acabou absolvido. Conforme a advogada responsável pela defesa dos réus, há o inconformismo quanto à condenação de Vinicius pela prática do crime de latrocínio, pois, de acordo com o entendimento da defensora, a conduta praticada por este enquadra-se na figura dos crimes de roubo tentado em concurso material com homicídio.RECURSO - “Já esta sendo preparado recurso de Apelação para o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Paraná. Quanto à absolvição do Juliano, entendo que a justiça foi feita, pois ele em nada concorreu para a prática do lamentável crime”, afirmou a advogada Elaine Caliman
15/06/2010
TRIBUNA NEWS - Justiça condena autores de latrocínio que vitimou fotógrafo em Apucarana
O Poder Judiciário de Apucarana confirmou nesta segunda-feira (14) que Vinicius Ramos, de 21 anos, e Rafael José Fernandes dos Santos, 20, foram condenados pelo latrocínio (roubo seguido de morte) que vitimou o fotógrafo Aristeu Leandro da Silva Ananias. Conforme o juiz João Gustavo Rodrigues Stolsis, Vinícius recebeu pena de 24 anos e seis meses de prisão e Rafael de 21 anos e oito meses de reclusão. Aristeu foi assassinado a tiros durante assalto no Bairro 28 de Janeiro, em 26 de agosto de 2009. Já Fábio Castro de Oliveira, 19, que também estava arrolado como réu no caso, recebeu pena de três anos de detenção por porte de arma ilegal de arma de fogo. Juliano Batista Leal, que foi defendido pela advogada Elaine Caliman, acabou absolvido. Conforme a advogada responsável pela defesa dos réus, há o inconformismo quanto à condenação de Vinicius pela prática do crime de latrocínio, pois, de acordo com o entendimento da defensora, a conduta praticada por este enquadra-se na figura dos crimes de roubo tentado em concurso material com homicídio.RECURSO - “Já esta sendo preparado recurso de Apelação para o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Paraná. Quanto à absolvição do Juliano, entendo que a justiça foi feita, pois ele em nada concorreu para a prática do lamentável crime”, afirmou a advogada Elaine Caliman
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